A sutil arte de valorizar o que realmente importa!

A maioria dos livros de autoajuda nós mostra nossa importância para o universo e o quanto únicos e especiais nós somos. Já o Livro A Sutil Arte de Ligar o F*da-se de Mark Manson é um pouco diferente. Indo no caminho oposto, o livro mostra nossa vida de um ponto de vista totalmente inusitado. A estratégia do autor é nos dar um choque de realidade e fazer-nos sair de nossa zona de conforto que costumamos entrar a cada vez que um problema aparece no nosso caminho.

O Livro faz várias críticas concretas sobre a maneira que nos comportamos perante as dificuldades. Com palavras em muitos momentos pesadas, o autor através de piadas e de exemplos excepcionais chama à atenção para pontos que tem impedido as pessoas de levar uma boa vida.

1 ª lição: Você não é tão especial quanto pensa.

Desde pequenos somos ensinados a nos considerar os seres mais especiais do mundo inteiro e que de forma nenhuma merecemos passar por situações de dificuldade. De acordo com o autor, isso é uma grande mentira. Problemas como os nossos estão acontecendo igualmente ou de maneira pior em vários lugares ao redor do mundo. Não adianta nos vitimizar achando que o problema irá desistir de nós por conta de nossa própria covardia, e nos deixar em paz de uma hora para a outra. Você não é extraordinário e não há nenhum problema nisto. É preciso encarar a vida de frente e entender que você é o único responsável pela sua própria felicidade.

 

2ª lição: O sofrimento é necessário.

Marc alerta para a importância que o sofrimento tem para nos fazer amadurecer e deixarmos o nosso ego de lado. No livro, o autor considera as experiências negativas como algo positivo. A sua teoria levanta a questão de que quando estamos sofrendo não há outra alternativa senão enfrentarmos o problema. Isso nos tira da zona de conforto e a partir da aí nós conseguimos crescer e aprender a não desistir jamais.

3ª Lição: Faça a escolha certa.

Marc fala do poder da escolha e da postura que devemos ter diante dos problemas. Ele relata que quando pensamos escolher nossos problemas, nos sentimos pessoas empoderadas. Porém, quando ocorre o contrário, nos sentimos vítimas. A forma que escolhemos ver as coisas é de nossa total responsabilidade. Além desta escolha, Marc relata que devemos escolher com o que vamos nos importar. Ao eleger o que é realmente importante, você para de se preocupar com bobagens. Por exemplo: “Por que ninguém curtiu minha foto?”. Quando gastamos nossas energias com coisas desnecessárias, desanimamos e perdemos o foco.

4ª Lição: Aceite que você está errado.

O Livro aborda a necessidade que temos de estarmos sempre certos. Para Marc a busca pela perfeição não te torna mais perfeito. Pelo contrário, apenas quando aceitamos que estamos errados é que nos aproximamos de estarmos certos. A necessidade de sempre estar certo é frustrante pois a todo tempo tudo muda. A certeza é inimiga do crescimento e nada é certo até acontecer. Ao invés de idealizarmos uma vida de certeza, devemos constantemente buscar a dúvida.

5ª Lição: Fracassar pode ser algo bom

O medo do fracasso paralisa as pessoas que se desesperam e entram em colapso. Não existem parâmetros de sucesso. Para você se tornar bom em algo você precisará fracassar algumas vezes. Isto nos dá força para continuar e ser bom no que queremos fazer. Não podemos desistir no primeiro não ou na primeira derrota. Nós aprendemos muito mais com os erros do que com os acertos.

Conclusão:

O grande aprendizado que tiramos do livro é de que devemos filtrar as coisas que elegemos importantes das coisas das que consideramos triviais. Deixe de lado o que não é tão importante e valorize o que realmente importa para você!

 

O autor:

Formado em finanças pela Universidade de Boston, esse texano de 38 anos é conhecido por falar o que quer. Casada com uma brasileira, atualmente mora em Nova York. Em 2016, Manson conseguiu fãs e críticos ao escrever o post “Uma carta aberta ao Brasil”, desabafo de quem passou quatro anos no país. Marc explica que seu livro não tem nada de autoajuda. Os capítulos, com títulos como “Nem tente” e “Você está errado em tudo”, mostram que ser otimista o tempo todo é um erro e que o importante é ter consciência dos próprios limites e aprender a aceitá-los.

 

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